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A verdade sobre a Tilápia

set21st
2011
Deixar um comentário Escrito por Anabolismo

Sobre a Tilápia:

Espécie de água doce importada em 1971 e que se adaptou muito bem ao Brasil. Na verdade, existem três espécies de Tilápia no Brasil. A Tilápia do Nilo, como o nome diz, veio da Bacia do Nilo, e seus exemplares podem atingir 5kg de peso. Outra espécie – Rendalli – oriunda do Congo, chegou mais cedo (1953) e atinge pouco mais de 40cm, pesando 2,5kg. É um peixe herbívoro, extremamente voraz, que se reproduz com muita facilidade, chegando até colocar em risco a existência de outras espécies.

Nome Popular: Tilápia

Nome Científico: Tilapia rendali, Oreochromis niloticus

Família: Cichlidae

Distribuição Geográfica: Espécies da África, introduzidas em quase todo o Brasil.

Descrição

Peixes de escamas; corpo um pouco alto e comprimido. Existem cerca de 100 espécies de tilápia, distribuídas em três gêneros, Oreochromis, Sarotherodon e Tilapia. No Brasil foram introduzidas três espécies: Oreochromis niloticus (tilápia do Nilo) que pode alcançar cerca de 5kg; Tilapia rendali (tilápia rendali) com cerca de 1kg; Sarotherodon hornorum (tilápia zanzibar) de coloração escura e maxilas protráteis; e uma variedade desenvolvida em Israel, “Saint-Peters”, que atualmente vem sendo cultivada.

Ecologia

As tilápias são espécies oportunistas, que apresentam uma grande capacidade de adaptação aos ambientes lênticos. Além disso, suportam grandes variações de temperatura e toleram baixos teores de oxigênio dissolvido. A alimentação pode variar dependendo da espécie: podem ser onívoras, herbívoras ou fitoplanctófagas. Algumas espécies se reproduzem a partir dos seis meses de idade, sendo que a desova pode ocorrer mais de quatro vezes por ano. Como protegem a prole, o índice de sobrevivência é bastante elevado.

Fonte

Alimentação escolar com polpa de Tilápia

Estudo sobre o valor nutricional de filés de Tilápia

The lowdown on tilapia

Por Tabatha Elliott, PhD

FLEXONLINE.COM

Fish is a staple of every bodybuilder’s diet. Even before we knew that certain fats were actually good for us, most types of fish made a great source of lean protein for the serious weight trainer. On today’s bodybuilding menu, fattier fish like tuna and trout also make the list, thanks to their essential omega-3 fatty acids that not only offer health benefits, but also can actually enhance muscle growth and fat loss. Low-fat fish, such as cod, halibut, sole, light tuna and tilapia still makes a great meal for bodybuilders.

So, if FLEX is telling you that tilapia is a good low-fat fish to eat, you may be wondering why the mainstream media has been telling you to avoid tilapia like the plague. That’s a great question, and of course, we have a great answer. It’s just another case of scientists failing to use common sense. The researchers who claimed that tilapia was unhealthier for you than bacon or a greasy burger were from Wake Forest University (Winston-Salem, North Carolina). Why did they make this claim? It’s because, according to a study they published in a 2008 issue of the Journal of the American Dietetic Association, tilapia has an unsavory ratio of omega-6 fatty acids to omega-3 fatty acids.

They were correct in the finding that tilapia has a ratio of omega-6 to omega-3 of between 2:1 and 3:1. A healthy diet should contain a ratio of 1:1 or less. But note that the key word here is diet. That does not signify that every single food you eat in your diet has to have this ratio. It just means that at the end of the day, your total intake ration for omega-6 and omega-3 fatty acids should hit about 1:1 or less; that is, you should eat an equal amount of omega-3 and omega-6, or less omega-6 than omega-3. You need a certain amount of both in your diet.

What the researchers neglected to mention is that tilapia is a low-fat fish. So, despite its ratio of omega-6 to omega-3, it contains very little of both. The U.S. Department of Agriculture lists tilapia as having just 2 grams of fat per 3.5 ounces (the amount of fish used in their study). The Wake Forest researchers reported that tilapia has only about 300 milligrams of omega-3 fatty acids per 3.5 ounces; so, at a ratio of 2:1 to 3:1, it has only about 600-900 mg of omega-6 fatty acids. If you had a typical 7-ounce piece of tilapia, you’d still only be getting about 1,200-1,800 mg of omega-6 fatty acids. That’s not enough to be considered unhealthy. What’s more, if you supplement with omega-3 fatty acids, as every serious bodybuilder should, a dose of only about 1-2 g of omega-3 fatty acids would have you more than covered to keep your ratio in the 1:1 range.

So, enjoy your tilapia, and keep in mind that there’s often more to “expert” opinion than meets the eye.

Sobre a Tilápia:Espécie de água doce importada em 1971 e que se adaptou muito bem ao Brasil. Na verdade, existem três espécies de Tilápia no Brasil. A Tilápia do Nilo, como o nome diz, veio da Bacia do Nilo, e seus exemplares podem atingir 5kg de peso. Outra espécie – Rendalli – oriunda do Congo, chegou mais cedo (1953) e atinge pouco mais de 40cm, pesando 2,5kg. É um peixe herbívoro, extremamente voraz, que se reproduz com muita facilidade, chegando até colocar em risco a existência de outras espécies.  
Nome Popular: TilápiaNome Científico: Tilapia rendali, Oreochromis niloticus

Família: Cichlidae

Distribuição Geográfica: Espécies da África, introduzidas em quase todo o Brasil.

Descrição

Peixes de escamas; corpo um pouco alto e comprimido. Existem cerca de 100 espécies de tilápia, distribuídas em três gêneros, Oreochromis, Sarotherodon e Tilapia. No Brasil foram introduzidas três espécies: Oreochromis niloticus (tilápia do Nilo) que pode alcançar cerca de 5kg; Tilapia rendali (tilápia rendali) com cerca de 1kg; Sarotherodon hornorum (tilápia zanzibar) de coloração escura e maxilas protráteis; e uma variedade desenvolvida em Israel, “Saint-Peters”, que atualmente vem sendo cultivada.

Ecologia

As tilápias são espécies oportunistas, que apresentam uma grande capacidade de adaptação aos ambientes lênticos. Além disso, suportam grandes variações de temperatura e toleram baixos teores de oxigênio dissolvido. A alimentação pode variar dependendo da espécie: podem ser onívoras, herbívoras ou fitoplanctófagas. Algumas espécies se reproduzem a partir dos seis meses de idade, sendo que a desova pode ocorrer mais de quatro vezes por ano. Como protegem a prole, o índice de sobrevivência é bastante elevado.

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